Vulcanismo · Albay, Luzon, Filipinas

Mayon: alerta 3 após explosão e nova emissão de cinzas

O PHIVOLCS elevou o alerta em Albay, nas Filipinas. Câmeras registraram outra pluma; a zona de perigo de 6 km continua restrita.

Imagem de arquivo MODIS/Aqua de 22 de janeiro de 2018: ilhas, nuvens e pluma na região do Mayon, com cores processadas.
Arquivo: Mayon em 22 de janeiro de 2018, MODIS/Aqua. Composição de dados com bandas 7-2-1; não retrata a atividade de outubro de 2026. Imagem integral e cores originais preservadas.
NASA Earth Observatory / Joshua Stevens; MODIS data: LANCE/EOSDIS Rapid Response · NASA media usage guidelines — editorial / informational use

O PHIVOLCS elevou de 2 para 3 o alerta do vulcão Mayon, em Albay, na ilha filipina de Luzon, após uma erupção moderadamente explosiva em 30 de outubro de 2026, às 03:53 GMT. O boletim das 04:30 GMT descreve uma coluna densa de cinzas que alcançou 3.000 m acima da cratera e se dispersou para oeste-sudoeste.

Uma emissão posterior foi registrada às 21:17 GMT de 30 de outubro, segundo reportagem da GMA News, assinada pela redação e identificada com as iniciais KG. As câmeras das estações de Ligao e Ligñon Hill mostraram uma pluma de até 200 m acima da cratera, também deslocada para oeste-sudoeste. O alerta 3 permanecia em vigor.

A GMA atribui ao boletim seguinte do PHIVOLCS o registro de 15 terremotos vulcânicos e 30 eventos de queda de rochas na sexta-feira, além de informar que a explosão durou seis minutos. São observações de tipos distintos: os registros sísmicos e visuais descrevem a atividade, mas esses números, isoladamente, não estabelecem a dimensão de uma próxima erupção.

O instituto interpreta o episódio como uma nova fase de erupção magmática, com possibilidade de lava e correntes de densidade piroclástica nas encostas superiores e intermediárias nos dias ou semanas seguintes. Recomenda evacuar a zona de perigo permanente de 6 km de raio, vigiar canais sujeitos a lahars e evitar voos próximos ao cume. Essas são avaliações de perigo, não confirmação de que todos os fenômenos ocorreram.

A imagem desta matéria é um arquivo de 22 de janeiro de 2018, não uma observação da crise atual. O MODIS do satélite Aqua registrou a região; a NASA apresenta uma composição de bandas 7-2-1 que combina dados de cor natural e infravermelho. A data e o processamento importam: a visualização contextualiza o vulcão, sem medir a pluma ou os riscos de outubro de 2026.

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